sábado, 30 de abril de 2011

Confabulações

As coisas podiam ser diferentes

Tudo dependia somente da mente

Que não resistiu às intempéries da vida

Afastando um amor que era valente


Nas esquinas do viver presente

O passado espreita-te agora

Não olhemos para trás

Seguiremos em frente,

Pois a duras penas

Conquista-se a vitória

Dramas, entranhas

Pessoas estranhas

Risos, sorrisos

Momentos vazios

Olho aberto procura-te por perto

Luzes reluzem em momentos vazios

Contudo eu peço, por favor, não permita

Que a pura tristeza

Seja o refrão de sua vida

Não me peça conselho,

Pois eu mesmo nem sei direito

O motivo de escrever toda esta poesia.

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